Desenvolvimento placentário e interações materno fetais na espécie equina

Resumo: A placenta estabelece trocas de nutrientes entre mãe e feto por meio dos microcotilédones, dependente da vascularização estabelecida entre os tecidos. Essas trocas estão relacionadas principalmente ao tamanho e à capacidade de irrigação destes microcotilédones. Qualquer alteração em componentes placentários ou na dinâmica de troca pode afetar o desenvolvimento fetal. Os equídeos apresentam uma placenta classificada como microcotiledonária epiteliocorial. Os microcotilédones são compostos por interdigitações das vilosidades do corioalantóide com o endométrio materno. Cada estrutura microcotiledonária é irrigada por uma artéria materna e um vaso fetal, podendo variar em tamanho nas diferentes partes do útero. Uma placenta normal e funcional é pré-requisito indispensável para que a gestação seja conduzida com sucesso e resulte em um produto sadio com desenvolvimento adequado. Buscou-se nesta revisão de literatura abordar os principais aspectos morfofuncionais e hormonais da placenta no terço inicial, médio e final da gestação na espécie equina, nos diferentes grupos etá- rios e de pluriparidades, a fim de discorrer sobre as particularidades de implantação e inicio da placentação na espécie, além de descrever momento a momento as mudanças estruturais, na vasculatura e funcionabilidade placentária.

Autor: Carina F.G., Marcela M.G., Claudia B.F.

Veja o artigo na íntegra: http://www.fmv.ulisboa.pt/spcv/PDF/pdf6_2015/1-5.pdf