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EXCLUSIVO

AVALIAÇÃO DE MARCADORES DO METABOLISMO ENERGÉTICO EM POTROS NASCIDOS DE ÉGUAS COM PLACENTITE DE ACORDO COM O ESCORE DE SEPSE

CLÍNICA DE EQUÍDEOS

Autores: LUCIANA OLIVEIRA DE ARAUJO  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR PRINCIPAL /APRESENTADOR
BRUNA DA ROSA CURCIO  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR
BRUNA DOS SANTOS SUÑE MORAES  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR
BRUNO ALBUQUERQUE DE ALMEIDA  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE RIO GRANDE – BRASIL)/AUTOR
FERNANDA MARIA PAZINATO  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR
GABRIELA CASTRO DA SILVA  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR
CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR 

Resumo:

O desenvolvimento de septicemia neonatal em potros é uma consequência comum da placentite ascendente, sendo considerada a maior causa de morte neonatal em potros com até sete dias de vida, sendo comumente relacionada a distúrbios do metabolismo energético. Entretanto as alterações bioquímicas apresentadas por estes potros logo após o nascimento não estão completamente esclarecidas. O objetivo deste trabalho foi avaliar as concentrações séricas de glicose, triglicerídeos e colesterol em potros nascidos de éguas com placentite divididos de acordo com o ecore de sepse. Foram utilizadas 35 éguas mestiças Crioulas e seus respectivos potros, provenientes do Centro de Ensino e Experimentação em Equinocultura da Palma (CEEEP), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) no município de Capão do Leão, RS. Sete éguas serviram como grupo controle e 28 éguas foram submetidas à indução experimental de placentite ascendente, através da infusão intracervical de Streptococcus equi sub. zooepidemicus. Os potros nascidos das éguas controle serviram como grupo controle (n=7). Os potros nascidos de éguas com placentite foram distribuídos de acordo com o escore de sepse em: potros não sépticos (n=19), com escore de sepse menor que 11 e, potros sépticos (n=9), com escore de sepse igual ou acima de 11. Foram realizadas coletas sanguíneas ao nascimento (até 10 min após o nascimento), com 12 e 24h de vida.

Foram avaliadas as concentrações séricas de glicose, triglicerídeos e colesterol. Os dados foram expressos em média + erro padrão. Foi realizada análise descritiva, análise de variância (General AOV) e comparação entre as médias pelo teste de LSD, com auxílio do software Statistix 10.0. A diferença foi considerada significativa quando p< 0,05. No momento do nascimento nos animais sépticos foi observada hipoglicemia (35,5 + 6,7 mg/dL), diferindo dos demais grupos (p=0,0001), e concentrações de colesterol (402,1 + 54,4 mg/dL) maiores em relação ao grupo controle (160,5 + 9,9 mg/dL) e grupo não séptico (173,7 + 18,7 mg/dL). Durante as primeiras 24h de vida os potros sépticos apresentaram menores valores de glicose (12h: 106,5 + 20,8 mg/dL; 24h: 118,9 + 15,3 mg/dL) em relação aos demais grupos (p=0,01 e p=0,007, respectivamente), e os valores de triglicerídeos foram maiores no grupo séptico (12h: 186,8 + 67,4 mg/dL; 24h: 224,6 + 55,3 mg/dL) em relação ao grupo controle (12h: 40,8 + 8,7 mg/dL; 24h: 49,9 + 4,2 mg/dL) e potros não sépticos (12h: 34 + 2,3 mg/dL; 24h: 64,7 + 6,3 mg/dL). Os níveis de colesterol se mantiveram elevados nos potros do grupo séptico (12h: 434,78 + 60,41 mg/dL; 24h: 480,13 + 69,53 mg/dL), diferindo dos potros controle e não sépticos (p=0,00 e p=0,00, respectivamente). Neste estudo observamos alterações no metabolismo energético nos potros sépticos, caracterizadas por hipoglicemia, hipertriglicidemia e hipercolesterolemia já ao nascimento, e que estes marcadores podem ser utilizados como marcadores do processo séptico em potros nascidos de éguas com placentite nas primeiras 24h de vida.

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AVALIAÇÃO DE MARCADORES DO METABOLISMO ENERGÉTICO EM POTROS NASCIDOS DE ÉGUAS COM PLACENTITE DE ACORDO COM O ESCORE DE SEPSE

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Autores: LUCIANA OLIVEIRA DE ARAUJO  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR PRINCIPAL /APRESENTADOR
BRUNA DA ROSA CURCIO  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR
BRUNA DOS SANTOS SUÑE MORAES  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR
BRUNO ALBUQUERQUE DE ALMEIDA  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE RIO GRANDE – BRASIL)/AUTOR
FERNANDA MARIA PAZINATO  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR
GABRIELA CASTRO DA SILVA  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR
CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – BRASIL)/AUTOR 

Resumo:

O desenvolvimento de septicemia neonatal em potros é uma consequência comum da placentite ascendente, sendo considerada a maior causa de morte neonatal em potros com até sete dias de vida, sendo comumente relacionada a distúrbios do metabolismo energético. Entretanto as alterações bioquímicas apresentadas por estes potros logo após o nascimento não estão completamente esclarecidas. O objetivo deste trabalho foi avaliar as concentrações séricas de glicose, triglicerídeos e colesterol em potros nascidos de éguas com placentite divididos de acordo com o ecore de sepse. Foram utilizadas 35 éguas mestiças Crioulas e seus respectivos potros, provenientes do Centro de Ensino e Experimentação em Equinocultura da Palma (CEEEP), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) no município de Capão do Leão, RS. Sete éguas serviram como grupo controle e 28 éguas foram submetidas à indução experimental de placentite ascendente, através da infusão intracervical de Streptococcus equi sub. zooepidemicus. Os potros nascidos das éguas controle serviram como grupo controle (n=7). Os potros nascidos de éguas com placentite foram distribuídos de acordo com o escore de sepse em: potros não sépticos (n=19), com escore de sepse menor que 11 e, potros sépticos (n=9), com escore de sepse igual ou acima de 11. Foram realizadas coletas sanguíneas ao nascimento (até 10 min após o nascimento), com 12 e 24h de vida.

Foram avaliadas as concentrações séricas de glicose, triglicerídeos e colesterol. Os dados foram expressos em média + erro padrão. Foi realizada análise descritiva, análise de variância (General AOV) e comparação entre as médias pelo teste de LSD, com auxílio do software Statistix 10.0. A diferença foi considerada significativa quando p< 0,05. No momento do nascimento nos animais sépticos foi observada hipoglicemia (35,5 + 6,7 mg/dL), diferindo dos demais grupos (p=0,0001), e concentrações de colesterol (402,1 + 54,4 mg/dL) maiores em relação ao grupo controle (160,5 + 9,9 mg/dL) e grupo não séptico (173,7 + 18,7 mg/dL). Durante as primeiras 24h de vida os potros sépticos apresentaram menores valores de glicose (12h: 106,5 + 20,8 mg/dL; 24h: 118,9 + 15,3 mg/dL) em relação aos demais grupos (p=0,01 e p=0,007, respectivamente), e os valores de triglicerídeos foram maiores no grupo séptico (12h: 186,8 + 67,4 mg/dL; 24h: 224,6 + 55,3 mg/dL) em relação ao grupo controle (12h: 40,8 + 8,7 mg/dL; 24h: 49,9 + 4,2 mg/dL) e potros não sépticos (12h: 34 + 2,3 mg/dL; 24h: 64,7 + 6,3 mg/dL). Os níveis de colesterol se mantiveram elevados nos potros do grupo séptico (12h: 434,78 + 60,41 mg/dL; 24h: 480,13 + 69,53 mg/dL), diferindo dos potros controle e não sépticos (p=0,00 e p=0,00, respectivamente). Neste estudo observamos alterações no metabolismo energético nos potros sépticos, caracterizadas por hipoglicemia, hipertriglicidemia e hipercolesterolemia já ao nascimento, e que estes marcadores podem ser utilizados como marcadores do processo séptico em potros nascidos de éguas com placentite nas primeiras 24h de vida.

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